Aula 4 de Teoria de Comunicação: Filme “O Quarto Poder”

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Por Alonso Veríssimo

“Tudo o que sei é somente o que li nos jornais”, este comentário é um sumário sobre muito do conhecimento e informação que cada um de nós possuímos sobre assuntos públicos. Nos dias de Will Rogers, o jornal era a principal fonte de informação sobre os assuntos públicos; hoje nós temos a televisão, Internet e uma variedade de tecnologia de comunicação que ainda e estruturada  pelo trabalho dos jornalistas sobre eventos e situações.

Os jornais e as notícias da TV e também as mais bem editadas páginas de um jornal ou um site fazem muito mais  do que sinalizar a existência  dos termos e eventos importantes  para a nossa seleção diária  e a apresentação da notícia. Os editores e diretores de redação focam nossa atenção e influenciam nossas percepções naquilo que é mais importante,  questões do dia a dia no ponto de vista deles.

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As mídias de comunicação podem  nos influenciar do jeito que elas quiserem  de acordo com seu interesse; podem nos fazer amar e odiar pessoas, empresas, objetos e etc. Um exemplo disso podemos ver em um filme americano intitulado O Quarto Poder (1997), com direção de Costas Gavras, com Dustin Hoffman, John Travolta e Mia Kirshner no elenco,   no qual conta a história de um repórter de televisão que não está em um bom momento de sua carreira, mas já foi um profissional respeitado de uma grande rede. O personagem está fazendo uma cobertura sem importância em um museu de história natural quando testemunha um ex-funcionário do local pedir seu emprego de volta e, não sendo atendido, ameaça a diretora da instituição com arma de fogo. Ele nada faz com ela, mas acidentalmente fere com um disparo um antigo colega de trabalho. O jornalista, de dentro do museu, consegue se comunicar com uma de suas auxiliares que está em uma caminhonete nas proximidades, antes de ser descoberto pelo ex-segurança, que agora fez vários reféns, inclusive um grupo de crianças que visitavam o museu. Em pouco tempo, um pedido de emprego e um tiro acidental se propagam de forma imensurável, atraindo a atenção de todo o país. O repórter convence ao segurança que este lhe dê uma matéria exclusiva e promete em troca comover a opinião pública com a triste história do guarda desempregado. É a sua chance de se projetar e voltar para Nova York, mas nem tudo acontece como o planejado. Os fatos são manipulados pela imprensa e tudo sai do controle, pois apenas altos salários e índices de audiência contam e a verdade não é tão importante assim.

Aula ministrada no dia 04 de março de 2013.

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